A Garota do Calendário | Março - Audrey Carlan

18 outubro, 2016



Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Mia vai passar o mês de março em Chicago com o empresário Anthony Fasano, que a contrata para fingir ser noiva dele. A princípio Mia não entende por que um homem tão lindo e másculo precisa de uma falsa noiva.





Está na hora de conhecer o terceiro cliente de Mia Saunders.
Seu próximo destino é Chicago, onde o belíssimo Anthony Fasano a aguarda.
Anthony é lutador de box e herdeiro da família Fasano - conhecida por ter uma rede restaurante italiano -, único filho homem e como tal deve dar continuidade ao sobrenome; depois de ouvir muitas cobranças de sua família nesse quesito, Anthony decide contratar Mia para que ela se passe por sua noiva, que mora na Califórnia e veio visitar, e assim, quem sabe, acalmar um pouco os ânimos.
Depois de um mês de pura luxúria, encontrar mais um cliente muito bonito atiça a libido de Mia, e conhecê-lo pessoalmente torna a atração ainda maior, mas Mia não demora a entender porque um homem como Anthony Fasano precisa de uma noiva falsa quando ele facilmente poderia conquistar qualquer mulher que desejasse.

— Se sacrificar durante um tempo — ele disse — é o que se faz quando se ama alguém. Você coloca as necessidades do outro acima das suas, e um dia o outro vai fazer o mesmo por você

Esse livro me cativou!
Ou melhor, esses personagens conseguiram finalmente me cativar.
Minha grande crítica em relação aos livros de A Garota do Calendário se resume a superficialidade do enredo e da narração em si, até agora nenhum personagem foi capaz de despertar minha simpatia; antes de começar a ler pensei que seria terrível no quesito "me apegar" aos personagens, afinal a promessa de doze homens diferentes ao longo de um ano certamente despertaria sentimentos, mas mesmo Mia dizendo ter desenvolvido sentimentos mais fortes por um de seus clientes, até agora não havia me convencido. Quer dizer, ela continua sem me convencer, mas Anthony e a família Fasano fazem a história ser uma delícia.
Ah, mantenho minha crítica sobre a versão romantizada da profissão, porque nem em um milhão de anos existiria um personagem como Anthony Fasano. E minha antipatia por Mia cresce vertiginosamente, ela só pode ser bipolar! No contrato consta que se forem mantidas relações sexuais, ela receberá uma taxa extra por isso, mas quando recebe se faz de ofendida e diz que não é prostituta, sendo que tem se prestado a esse papel até então. De verdade, ela força a paciência de qualquer pessoa com seus sentimentos antagônicos. Uma hora adora o que está fazendo, na outra não vê a hora de acabar, no minuto seguinte pensa que está ganhando muito bem para fazer o que faz e isso tem muita vantagem. O que eu falei? Bipolar total!
Mas vamos ao que realmente me agradou nessa história: a família Fasano.
Anthony tem quatro irmãs e uma mãe muito carinhosa, como uma típica família italiana eles vivem se encontrando para jantar, são cheios de demonstrações de amor e muita conversa, então é impossível não se apegar a eles. Para somar, ainda tem Hector, o advogado da empresa e amigo de longa data, que é um personagem maravilhoso.
E, para aqueles que torcem que Mia tenha um desfecho romântico, nesse livro um de seus clientes retorna para algo mais e eles têm de descobrir como fazer funcionar pelo resto do ano.
Não sei se o fato de ter lido os livros seguidos e não ter gostado do livro de fevereiro fez esse parecer ainda melhor, mas, finalmente, deslanchei na leitura da série e continuo curiosa sobre os próximos clientes e onde isso vai terminar!

6 comentários:

  1. Oi.
    Adorei a resenha, mas eu acho que está aí uma série que nunca irei ler, minha cabeça não aceita o que a mocinha faz então essa não é uma leitura para mim.
    Gostei que esse mês a autora inovou, mas ainda assim essa não é para mim.
    Boa Tarde.

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  2. Olha que vi muita gente esculachando esse livro. Que não foi tão bom e blá blá blá. Mas ainda tem tantos...
    E caramba, ela está parecendo bem confusa. Não sabe se gosta ou se desgosta disso, se é bom ou se podia acabar logo...aaah, esse tipo de coisa me deixa meio pê da vida quando leio. Sei se vou gostar disso não :S
    Mas ao menos teve um personagem interessante e acho que o melhor lado da série é isso, poder conhecer novos personagens masculinos a cada livro. Vamos ver onde isso vai dar...

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  3. Eu só li o primeiro livro da série até agora, mas eu ahco que vou gostar mais desse livro. Eu acho que vou gostar muito do Anthony e da família dele, e fiquei curiosa pra saber qual personagem que volta... Pelo jeito eu vou me estressar um pouco com a Mia, ela parece estar cada vez mais irritante. Mas eu concordo que essa série é uma versão bem romantizada da prostituição...
    Ainda pretendo continuar a série, mas provavelmente só vou continuar no final do ano...

    Beijos!

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  4. Temos a mesma opinião: detesto a romantização da profissão. E esses clientes sempre lindos, sarados? Só homens lindos procuram serviço de acompanhante?
    Tinha adorado o enredo da história, mas empaquei e fevereiro e lá estou até hj... Não consigo gostar da Mia.

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  5. Oi!
    Vejo alguns pontos dessa serie que podem acabar me irritando ao longo da leitura, e principalmente não me convencendo, mas sempre gosto quando as autoras exploração os personagens secundários deixando a historia mais leve e interessante e estou curiosa sobre esse livro !!

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  6. Apesar de bastante gente que me diz que o livro se resume basicamente a sexo e que não há nenhum aprofundamento, mais ou menos como vc está dizendo, eu ainda tenho vontade de ler a série, pq achei a proposta dela muito legal, mesmo que romantizada

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