Dia de Banca #22 - E Ela Acordou Casada...

07 abril, 2016


Dia de Banca é uma coluna destinada a esse outro "gênero" da literatura, que muitas gostam e acompanham e agora está ganhando um espacinho aqui no blog!

 





Na manhã seguinte à despedida de solteira de sua prima, Megan Scott acorda com a pior ressaca do mundo. E não é só isso! Além de estar em uma cobertura desconhecida, ao seu lado há um lindo, sensual e arrogante marido? Até agora, arrumar um namorado havia sido praticamente impossível para ela. Ainda que tentasse, conquistava apenas um coração partido. Mas depois de alguns martínis com Carter - não, Connor Reed! ela estava casada. Megan precisava de um advogado. Para a sua surpresa, Connor não queria aceitar o divórcio!







Megan tem o desejo de ser mãe, tanto a ponto de considerar fazer produção independente. Isso porque depois de uma desilusão amorosa, Megan decidiu que poderia construir a sua própria família e ser feliz assim, sem espaços para um marido, agora está na saga de encontrar um doador de esperma.
Mas na festa de despedida de solteira de sua prima, Megan aproveita para se divertir até o fim, afinal está em Vegas, e no dia seguinte as consequências: além de estar com a maior ressaca do mundo, agora tem um aro dourado em seu dedo anelar. Para piorar a situação, ela não se lembra de nada do que aconteceu na noite anterior, fora alguns flashes de bebedeira, e com certeza não lembra de ter se casado com o irresistível Connor Reed.
A primeira medida que Megan quer tomar na manhã seguinte é ir atrás de uma anulação, um divórcio, qualquer medida legal cabível para acabar com essa besteira, mas, para sua surpresa, Connor não quer o divórcio.
Em uma engraçada inversão de papéis, Connor acredita que casamentos são duradouros e apesar de terem se conhecido somente na noite anterior, ele acredita (e tem esperanças também) que os dois podem funcionar muito bem juntos, como não estão amorosamente envolvidos o casamento pode dar certo como a convenção que é - ele está disposto a sustentá-la, a apoiar o trabalho de Megan, a viverem juntos em um apartamento e até mesmo construírem uma família, e justamente por não ter o temível sentimento (aquele que começa com a letra A) envolvido na relação, podem fazer tudo conscientemente sem as cegas ilusões que o amor causa.
No primeiro momento Megan se mostra cética, na sua mente as razões que podem levar um casamento a funcionar são exatamente opostas as que Connor acredita, ela não consegue entender como um casamento sem amor pode funcionar. Mas dizer não para esse belo marido não é fácil, e quando Connor propõe que façam uma tentativa, um período de experiência por três meses para que possam se conhecer, Megan percebe que vale a pena tentar.
Uma rotina confortável, intimidades compartilhadas e aquele apego que o convívio diário gera logo transformam os sentimentos de Megan em algo mais, mas Connor continua insistindo que a razão para eles funcionarem juntos tem que ser a falta do apego emocional, e quando cada um coloca na mesa o que está sentindo, a situação entre eles pode mudar drasticamente.

Ainda que haja um certo preconceito com os romances de banca, como se fossem inferiores aos "romances de livraria", nutro um apego muito grande por eles. Há algo de especial nas histórias simples e românticas que esses romances normalmente trazem, e com esse livro não é diferente.
A autora monta um cenário divertido para o início - uma despedida de solteira -, delimita seus personagens, ela com um anseio de formar uma família e ele com alguns sentimentos não superados ainda, e os une como que por acaso para formar um enredo divertido, com personagens que conseguem se entrosar mesmo tendo acabado de se conhecer e um desfecho bem formulado.
A história não guarda grandes emoções, para quem busca um romance gostoso, uma leitura leve e rápida de acompanhar, com certeza vai aproveitar esse livro.

7 comentários:

  1. Para o mundo que eu quero descer! Eu ADORO ESSE LIVRO. Tenho um vício sem fim de livros de banca, ou seja, harlequin books mora no meu coração desde sempre. Minha mãe diz que sou dramática porque desde cedo gasto os trocados que ganho com livros do gênero. E esse eu li esses dias, comprei de bobeira e amei <3 <3 É muito gostoso encontrar alguém que gostou do meu livro de banca que eu!

    Bjs, Mari.

    www.omundodamari.com

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  2. Adoro leituras leves e gostosas, principalmente para passar o tempo. A premissa desse livro chamou bastante a minha atenção, e fiquei bastante intrigada com a abordagem que a autora adotou sobre o casamento e o amor. Fiquei super curiosa pra saber como vai ser o desenrolar dessa história e já adicionei na lista, só espero que eu encontre o livro k
    Beijo!

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  3. Gosto de romance de banca pra passar o tempo, por ser livro mais rápido de ler e fácil. Esse achei legal, a sinopse já deu vontade de conferir e parece uma boa história. Gostei da dica.

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  4. A espertona aqui começou a série pelo livro errado "...E ela acordou grávida!" Os mocinhos, Connor e Jeff, são amigos e Connor chega a dar conselhos amorosos durante as crises do amigo hahahahaha

    Achei fofo, então preciso ir atrás desse aí... tbm nutro um amor incondicional por livros de banca, pois foram eles que me ingressaram no mundo dos romances, gênero que mais amo.

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  5. Realmente as pessoas criam um pensamento de casamento perfeito, finais felizes, nada de brigas... mas o nosso cotidiano não é assim, achei legal a autora mostrar isso

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  6. Oi...

    Eu amo romances de banca.
    Já li esse livro e me apaixonei totalmente, o livro é muito bom, a narrativa é fluída, o livro clichê mas nem tanto.
    Gostei muito ele inclusive foi um dos 10 melhores livros que li ano passado.
    Boa Tarde.

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  7. Oi. Eu nunca li romance de banca, mas adorei o titulo. Acho que esse livro é mais pra ler e relaxar, como voce mesmo disse sem grandes emoções.

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