Uma Chance para Recomeçar - Lisa Kleypas

10 fevereiro, 2015

Victoria morreu em um trágico acidente, deixando sua filha Holly sob a responsabilidade do seu irmão, o solteiro convicto Mark. O tio Mark não se sentia muito preparado para cuidar da menina, mas assumiu o compromisso de devolver o sorriso aos seus lábios. No entanto, ele desconfia de que não esteja fazendo um bom trabalho, uma vez que Holly nunca mais falou desde que ficou órfã. Uma cartinha para o Papai Noel revela um desejo que pode ser a chave da felicidade de Holly: ela só quer ter uma mãe.
Maggie perdeu o marido em uma batalha contra o câncer e não quer jamais - passar por tudo isso de novo. Por isso, ela fechou seu coração e prometeu a si mesma dedicar-se somente a sua nova loja de brinquedos em Friday Harbor, que permite às crianças viajar um pouco nas asas da imaginação. A amizade entre Maggie e Holly (que até passou a acreditar em fadas!) ao mesmo tempo comove e preocupa o tio Mark. Ele tem certeza de que a nova amiga fará bem a sua sobrinha, mas precisa decidir se a deixará entrar em sua própria vida...
Nós também torcemos, do fundo do coração, para que Holly tenha uma linda noite de Natal.

                Ao falecer em um acidente de carro, Victoria deixou para trás uma filha pequena chamada Holly, cuja guarda foi para seu irmão mais velho, Mark, um solteiro convicto que não se apega a relacionamentos sérios – prova disso é sua distância emocional de sua própria namorada e a incapacidade de dar o próximo passo.
Os outros irmãos de Mark, Alex e Sam, podem ajudá-lo a cuidar da menina, mas Mark sabe que a responsabilidade maior está em seus ombros, e o primeiro passo é conseguir que Holly se adapte a casa em que estão morando agora, e o segundo passo é fazê-la melhorar do mutismo seletivo – desde que Victoria faleceu, Holly não falou mais nada.
Quem diria que a resposta estava em uma loja de brinquedos, ou melhor, na dona dessa loja. Dona de uma personalidade muito carinhosa e paciente, assim que Maggie conhece Holly, a menina se encanta por ela. Talvez seja porque uma alma ferida consegue reconhecer outra, e é assim que Maggie se sente, ela perdeu o marido há pouco tempo após uma exaustiva batalha contra o câncer, e se mudou para a pacata ilha em busca de uma vida diferente, rodeando-se da felicidade inocente das crianças.
Apesar de, em um primeiro momento, Mark se preocupar que as idéias fantasiosas de Maggie possam influenciar Holly, logo fica clara que a presença de Maggie só trás benefícios – a todos os três. Logo, Maggie é presença constante e de muita ajuda, e, sem que percebam, ambos abrem os corações para receberem Holly e o sentimento que surge entre eles.

Esse definitivamente é um livro sobre a beleza do Natal. Holly, em sua tenra idade sente falta da mãe e tudo que pede ao Papai Noel é uma “mãe nova”. E quem diria que o seu pedido pode mesmo se realizar.
Com uma narrativa leve e divertida, a autora soube manter o encanto da época de Natal, mas também soube como preservar a ingenuidade infantil de Holly – mesmo depois de perder a mãe ainda tão jovem – e, para se unir a menina, dois adultos completamente opostos. Mark é cético, direto, e não acredita em relacionamentos, enquanto Maggie é romântica e sonhadora, sabe como incentivar a imaginação das crianças e ler seus sentimentos e, depois de meses sofrendo ao lado do marido doente, tudo que ela quer é sossego em uma ilha.

Esse é um livro que dá prazer de ler, cuja leitura é rápida e divertida. Foi o primeiro da autora a ser publicado pela Novo Conceito, mas a editora manteve seu bom trabalho em toda a obra, que desde a capa até a última página faz desejar que o Natal volte logo.

4 comentários:

  1. Gostei do enredo, parece um tanto previsível, mas nem assim diminui a vontade de ler.

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  2. A sinopse não me é estranha...tenho quase certeza de que já vi um filme baseado nesse livro.
    Adorei a capa.
    http://www.vicioemlivros.com/

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  3. Me parece ser aqueles tipos de tramas bem leves e ideais para uma tarde tranquila e/ou um respiro entre leituras densas. Não sei muito bem com outras pessoas, mas, comigo, só o leria na época de Natal mesmo.

    @_Dom_Dom

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  4. Ganhei o livro no Natal, mas ainda nao deu para ler. Mais uma resenha positiva para aumentar curiosidade.
    Bjs, Rose

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