O Visconde Que Me Amava (Os Bridgertons #02)

26 dezembro, 2013

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.
Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.
Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.

Anthony Bridgerton é o mais velho dos oitos irmãos e, por isso, foi o que conviveu mais tempo com o pai, falecido há onze anos, quando Anthony estava prestes a entrar na faculdade. Parece que só ele consegue se lembrar do grande homem que seu pai foi, de como ele sabia amar todos os filhos de forma igual, cuidar de todos com todo o carinho do mundo, e amar sua mãe como se ela fosse a mulher mais especial de todas – o que Anthony poderia apostar que, para seu pai, de fato ela era.
Tamanha era sua adoração pelo pai que quando o mesmo morreu – ridiculamente picado por uma abelha – Anthony se convenceu de que jamais seria um homem melhor do que seu pai havia sido, e de que nunca conseguiria superá-lo, nem no quesito idade. Estava convicto de que morreria cedo, assim como o pai que morrera com apenas 38 anos.
Por isso agora que está perto de completar 30 anos, Anthony decidiu que está na hora de se casar. Ele aproveitou tudo que a vida tinha a lhe oferecer, tornou-se um dos maiores libertinos de Londres e satisfez sua lascívia de todas as formas, mas, como tem certeza de que não lhe restam nem dez anos de vida, Anthony precisa se casar, afinal é um visconde e precisa deixar herdeiros para assumirem o seu posto.
Escolher uma esposa de fato não é tão difícil, Anthony requer apenas três coisas: que ela seja bonita, que seja inteligente e que ele não consiga se apaixonar por ela. Assim, o diamante da temporada, senhorita Edwina Sheefield certamente deve bastar. Ela é a jovem mais cobiçada da temporada, e a mais bonita também com sua pequena estatura, olhos incrivelmente azuis e madeixas loiras.
Muito bonita, mas certamente incapaz de despertar sentimentos indesejados em Anthony.
O único problema é que a senhorita Edwina tem um pequeno critério para se casar: sua irmã, Kate, deve aprovar a escolha.
Não poderia ser difícil, pensou Anthony com todo o seu charme. Mas quando conhece Katharine Sheefield, Anthony logo percebe que será um desafio convencê-la a permitir que ele se case com sua irmã, pois ela já parece ter uma impressão formada quanto ao seu caráter duvidoso. Se fosse só esse o problema, tudo bem para Anthony, mas a questão é que convencer Kate de que ele é um homem digno de sua irmã implica em passar mais tempo junto dela e isso pode acabar com o seu juízo.

Os romances de Julia Quinn sempre me conquistam, e com este não seria diferente!
Kate é uma personagem de humor único, sempre com uma resposta afiada pronta e convicta de seus princípios, enquanto Anthony é um arrogante sedutor que está convicto de que seu plano vai dar certo.
A química entre os dois é instantânea e cada diálogo tem importância para o desfecho da história, e apesar da personalidade e do jeito do casal principal ser semelhante aos protagonistas do livro anterior, a história é completamente diferente!

Com uma escrita clara e descrição precisa da época, Julia Quinn nos presenteia com mais esse romance cativante.

5 comentários:

  1. Ainda não li nenhum livro da autora Julia Quinn, mas gosto bastante de romances históricos.
    A Kate parece ter uma personalidade mais sarcástica e não ser do tipo 'donzela em perigo' só com isso já fiquei com vontade de ler o livro =)
    Vou ler O Duque e eu primeiro e depois leio o segundo livro.

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  2. Quando eu arqueiro publicou essa novidade eu fiquei muito entusiasmada para ler. Ainda não deu pra fazer isso, mas depois dessa resenha eu tenho certeza de que quando eu ler vou ser cativada também *-*

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  3. uma mega novidade, já mi deixou entusiasmadissima, goste imuito da capa .. tudo incrivel

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  4. Me desanimei por completo depois de saber que sou mais de 5 livros.

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  5. Gostei bastante, achei super interessante, não conhecia a autora mas ja amei

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