A Arte da Imperfeição

14 agosto, 2012


Este importante livro é sobre a jornada de uma vida, deixando de se preocupar com "O que os outros vão pensar?" e acreditando que "Eu sou suficiente". A habilidade ímpar da autora em misturar pesquisa original com relatos faz com que a leitura de A Arte da Imperfeição pareça uma longa e animadora conversa com uma amiga muito sábia que oferece compaixão, sabedoria e ótimos conselhos. A cada dia nos deparamos com uma enxurrada de imagens e mensagens da sociedade e da mídia nos dizendo quem, o que e como devemos ser. Somos levados a acreditar que, se pudéssemos ter um olhar perfeito e levar uma vida perfeita, já não nos sentiríamos inadequados. E se eu não posso manter todas essas bolas no ar? Por que não é todo mundo que trabalha duro e vive às minhas expectativas? O que as pessoas vão pensar se eu falhar ou desistir? Quando posso parar de provar a mim mesmo? Em A Arte da Imperfeição, Brené Brown, Ph.D, é uma especialista em vergonha, autenticidade e compartilha a coragem que aprendeu em uma década de pesquisas sobre o poder de viver sinceramente.

Confesso que recebi esse livro há um tempinho e por mais fino que ele seja, o interesse simplesmente não surgia, até que decidi lê-lo quando todos os outros livros também pareciam não me interessar. O motivo da minha falta de interesse? Ser um livro de autoajuda. Não é um gênero de livros que me agrade nem chame a atenção, e por mais interessante que tenha sido, não me marcou.
O livro é uma exposição da autora em relação a uma de suas pesquisas sobre Vida Plena, sendo ela uma pesquisadora da área de psicologia, Brené foi atrás de um modo de mostrar as pessoas como é possível viver melhor consigo mesmo e com os outros, mas nada daquele “você deve fazer isso, isso e isso”, como a própria autora expõe, ela não acredita em manuais e receitas para a felicidade, o que foi um grande ponto positivo nesse livro.
Através de histórias pessoais, algumas desastrosas, outras engraçadas, ela vai expondo sua tese e balanceando em como ela se sentia e como se sente em relação a vergonha, que é um dos principais focos de suas pesquisas.
A grande questão é que por mais que o livro tenha se desenvolvido bem, os relatos pessoais dão uma quebrada no peso de ser uma pesquisa séria trazendo para algo um pouco mais leve e de mais fácil assimilação; faltou o que nenhum livro de autoajuda possui: história. O que desperta meu interesse é sempre aquele início intrigante, a descoberta dos personagens, o desenrolar da história e a apreensão quanto ao final que vai chegar, o que não é possível encontrar em um livro de autoajuda.
De fato acabei lendo muito mais rápido do que havia imaginado, de fato achei mais interessante do que havia pensado ser a princípio e, de fato, a leitura fluiu bem, mas é como ler um artigo para a faculdade, uma hora você cansa de só assimilar fatos e dados sem a história de fundo para dar uma quebrada.

10 comentários:

  1. Eu também não sou muito fã de livros de auto-ajuda. Como esse livro é pequeno talvez até terminaria de ler, mas não compraria não.

    Beijos

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  2. Não curto livros de auto-ajuda, e não me interessei nadinha por esse livro. D:

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  3. Parece enfadonho...

    Bjoo.
    Nome de seguidora: Gladys Freitas.

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  4. Maryzlane Sarah11:46:00 AM

    Não curto auto-ajuda acho chato, e a capa desse livro parece ser de livro infantil.

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  5. Eu não sou muito fã do gênero, mas li várias resenhas recomendando a leitura, talvez algum dia.

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  6. ganhei o livro em uma promoção mais não sei se vou ler não sou muito fã de auto ajuda

    xoxo

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  7. nunca me chamou muito atenção esse livro , mas a resenha fico bem feita, parabens!

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  8. Não gosto de livros de auto ajuda, e este não foi diferente.
    Mas teve uma coisa que eu gostei mt nele, tem vários trechos que soltos ficam legais. Meu livro esta todo marcado haha

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  9. Eu não curto livros de auto-ajuda, simples. Adoro ganhar e presentear livros, mas acho meio indelicado ganhar ou presentear os mesmos.

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