Dia de Banca #02 - Um Pequeno Milagre

07 junho, 2012



Dia de Banca é uma das novas colunas anunciadas no post de 2 anos de blog, destinada a esse outro "gênero" da literatura, que muitas gostam e acompanham e agora está ganhando um espacinho aqui no blog!

     Vale a pena arriscar o coração pelas dadivas mais preciosas da vida... Ben Richardson está tentando recomeçar. Desta vez na emergência de um hospital de Melbourne. Já se passaram quase quatro anos desde que perdeu sua esposa e o bebê que ela esperava, e ele se sente atraído por uma bela grávida na praia, se surpreende ao perceber que ela é enfermeira no mesmo hospital em que ele trabalha. Diante da coincidência, resolve se manter afastado: Celeste o faz lembrar de tudo que perdeu. No entanto, ela está enfrentando uma gravidez problemática... e sozinha! Ben não consegue deixar de ajudá-la, e estar com ela na hora do parto o faz perceber que pode existir uma nova chance para ele... desde que aceite arriscar seu coração...

     Não importa quanto tempo passe, Bem sempre se vê retraído pela lembrança trágica de quatro anos atrás: ele era um médico bem sucedido e bem casado, loucamente apaixonado pela esposa e ela por ele, até que, de repente, sua esposa grávida faleceu, ela não sofreu, disseram a ele, mas isso não aliviou a dor da perda, tanto que agora, quatro anos depois, Ben ainda se vê incapaz de voltar a ter alguma mulher, para ele era quase como trair sua esposa, a quem ainda adora.
      Mas está na hora de mudanças, e uma bem radical. Pensando nisso Ben decidiu começar a trabalhar em outro hospital, em outra cidade, numa vã tentativa de deixar o passado e seus fantasmas para trás... Mas mal sabia ele que só reacenderia a ligação entre seu passado e a dor que ainda lhe causa. Logo que chega a cidade, Ben conhece uma de suas vizinhas, Celeste, que curiosamente é enfermeira no mesmo hospital em que ele trabalha, muita bela e simpática, Celeste seria a mulher perfeita para se envolver e recomeçar sua vida, se não fosse por um detalhe: ela está grávida.
     E Ben acredita duramente que nem a atração imediata que surge em relação a Celeste pode ser capaz de superar o seu trauma; lidar com uma mulher ele poderia aceitar, deixar o passado para trás, afinal sua esposa gostaria de vê-lo feliz, mas quanto a criança tudo é mais difícil, afinal sequer chegou a conhecer o bebê que sua esposa esperava, o que torna tudo mais difícil e o põe em um dilema.

     Celeste é a típica heroína dos romances de banca, de perfil forte e muito caráter, ela não se deixa abalar, não importa as condições de seu apartamento, o cansaço da gravidez, o estresse com a família e ainda seu emprego, desde que possa ter tudo para o bebê. Ela já sofreu bastante, o que acaba sendo outra característica desse “gênero”, mas que não torna a história menos atraente.
    Com Ben não seria diferente, cabeça dura, teimoso e todas os outros adjetivos que quem curte esse “gênero” sempre acaba atribuindo aos heróis, por horas é até irritante.
     Mas é justamente isso que me agrada na história, com certa beleza e nostalgia a autora retrata a vida de Ben, e com desenvoltura vai delineando a convivência entre os vizinhos, não é aquele típico amor a primeira vista nem nada assim, o que embeleza a história e a torna mais real!
     Delicioso para aquele fim de tarde ou fim de semana, principalmente com o friozinho que anda fazendo, dá pra se perder nas páginas desse romance.

13 comentários:

  1. Nunca li romances de banca, e até há um tempo atrás não me via lendo um, mas ultimamente venho tentando deixar de lado esse meu "preconceito" em relação à esse gênero. A história desse romance é interessante, mas ainda não sei se esse será o escolhido.

    @_Dom_Dom

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  2. Faz tempo que deixei de ler livros de banca. O que me incomoda são esses enredos de novelas mexicana, tipo moça linda mas pobre, conhece um malvado,lindo, rico, se apaixonam num piscar de olhos,mas brigam feito cães e gatos. Briga vai, briga vem, o amor vence e vivem felizes para sempre. Sei que o gostoso é bem essa doçura toda, mas ultimamente isso tem me irritado. Bem...gosto é gosto. Bjksss

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  3. Não sou fã de romances de banca,mas achei o tema de Um Pequeno Milagre interessante(mais pé no chão).Enfim,talvez abra uma exceção para ler ete gênero.
    Beijos
    Fabianne

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  4. Nunca li um romance de banca. Tenho visto falar tão bem que estou curiosa para ler algum dia.

    beijos!
    http://ummundodecomentarios.blogspot.com.br/

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  5. *--------------* que nenenzinho fofo esse da capa, adoooro um romance de banca, coisa de mãe e filha né minha mãe tbm adora.

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  6. Só li um romance de banca.
    Pela resenha esse parece ser bem legal, quem sabe um dia eu não leio ele.
    Bjins.

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  7. Nunca li romance de banca..(na verdade tenho um certo preconceito). Mas ultimamente tenho escutado comentários tão possitivos sobre esse "gênero" que talvez algum dia eu possa mudar meu pensamento...

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  8. Eu nunca li romance de banca, e na verdade nem tenho vontade, pois já li comentários bem negativos sobre o gênero. Mas um dia quem sabe...

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  9. Own... que fofo !!!
    Ainda não li romances de banca, e nunca me interresei realmente para ler-lo...
    Mas atualmente tá ficando tão popular que qualquer dia desses eu vou estar lendo !!!!

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  10. Não curto romances de banca DD:

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  11. oh coisa linda , me apaixonei !

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  12. Gostei da capa, mas nao sou muito fãn de livros de banca.

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  13. Não gosto dos livros de banca, pois os enredos são dramáticos demais para mim. kkk

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