A Dama da Ilha

31 janeiro, 2012


O Marquês de Stillworth, Reilly Stanton, quer reconstruir o seu orgulho ferido comprovando para todos e para si mesmo que é um verdadeiro herói e não um bêdado inútil como afirmou sua ex-esposa. Ignorando todos os conselhos sensatos que recebeu, o londrino Stanton assume um posto médico na remota Ilha de Skye convencido de que pode conviver com as condições de vida, digamos... primitivas. É aí que conhece a senhora Brenna Donnegal, e por mais que tentasse, Stanton não consegue ignorar aquela bela mulher. Ela ocupou o antigo papel do pai como médica local da Ilha, e está mais do que irritada por encontrar Dr. Stanton assumindo seu trabalho e a casa de campo de seu pai. Por bem ou por mal, ela dará o castigo merecido ao usurpador. Mas o que começa como uma faísca de um cabo de guerra entre dois corações orgulhosos logo inflama no fogo ardente da paixão.

Depois que sua noiva Christine rompeu o compromisso alegando que ele não passava de um bêbado inútil, Reilly Stanton decidiu dar uma mudança completa em sua vida para mostrar a ela que era muito mais que isso. O plano? Deixou seu consultório e toda sua família em Londres e se mudou para Skye, uma ilhazinha escocesa que fica há quilômetros de distância e tem uma população muito reduzida – principalmente por culpa dos surtos de cólera a cada verão.
Lá ele pode começar de novo: será o novo médico da ilha, e esconde seu título de Marquês, e assim Reilly pretendia mostrar todo seu talento a Christine, cuidando de casos realmente interessantes – o que não acontecia em Londres – e por méritos seus, não se seu título ou sobrenome.
Sua chegada a Skye já foi atribulada, tendo de salvar um homem de se afogar. Foi por causa desse mesmo homem que Reilly logo conheceu Brenna Donnegal, uma mulher alta de cabelos ruivos indomáveis e belos olhos azuis, mas mais do que isso, todos na ilha pareciam respeitá-la e confiar em seus diagnósticos, sendo que ela nem sequer tinha um diploma! Brenna era filha do antigo médico e tudo que sabe aprendeu com ele... Agora Reilly tem de mostrar a ela que o posto de médico já foi ocupado: por ele.
O problema será fazer o povo de Skye aceitar isso. Assim que mesmo sem querer acabam agindo em conjunto, o que gera entre eles muito mais que discussões por opiniões diversificadas.

Só tenho a dizer que lamento que a Patricia não exista mais, agora são só os livros lançados como Meg Cabot mesmo. Uma grande pena.
Brenna é uma mulher decidida e de opinião forte, teimosa e certa de suas convicções, enquanto Reilly também não fica atrás, querendo mostrar que pode fazer um bom trabalho ele não hesita em ir em frente. O que acaba gerando entre eles muitas faíscas e discussões acaloradas.
Tem também os outros moradores da ilha, que aos poucos você fica familiarizada com cada um, como o Lorde Glendenning que quer desesperadamente se casar com Brenna, o pequeno Hamish que adora se meter em confusões, e a pobre Flora que está perdidamente apaixonada pelo Lorde.
É um romance gostoso de ler, a cada página você quer que os mocinhos se envolvam ainda mais, e pode sentir a mesma fúria que eles quando as coisas não correm como o esperado!


22 comentários:

  1. Não sou fã da Meg,(podem me trucidar). Até agora não gostei de nenhum livro que ela escreveu, acho os romances dela um tanto sem graça. Falta emoção,sensualidade, sei lá, não gosto. Em todo o caso amei a capa desse livro.Bjkss

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  2. Nunca havia ouvido falar, mas me parece um bom livro, quanto ao nome da autora fiquei na dúvida, ela é Meg Cabot ou tem alguma ligação familiar com ela? Fiquei confusa com a explicação.
    Rafa :)
    Blog Melody
    http://rafaacarvalho.blogspot.com/

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  3. Sério que ela não vai mais escrever como Patrícia? O.o
    Poxa...
    Eu estou bem curiosa com essa briga de Titãs, rs.
    Ótima resenha!
    bjs

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  4. Virginia de Oliveira4:09:00 PM

    Eu adoro um romance, e quando você disse que ele é gostoso de ler fiquei com muita vontade de ler também. A capa desse livro é linda e o livro realmente parece ser muito bom.

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  5. É tão estranho saber que a Patricia Cabot não existe mais...
    Quer dizer, agora existe apenas a Meg, e depois que virou Meg ela mudou o gênero dos livros, antes eram apenas romances e agora são comédias romanticas... é meio estranho AHUAHHAUHAU
    Beijos,Alyne
    www.livrosedesejos.blogspot.com

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  6. adooro esse romances que começam de ódio e vão ao amor *o* Patricia é tão diva quanto a Meg, é realmente uma pena que não exista mais! claro que vou ler esse livro, só esperando entrar uma graninha extra pra comprar HAHA

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  7. A Meg não publica mais como Patrícia? Puxa,que pena. Gosto do estilo dela como Patrícia, embora os romances sejam muito estilo "romance de banca"(O que eu adoro, mas não condiz com o preço a que são vendidos).
    Não sabia que tinha mais outro. A sinopse não me atraiu tanto, mas sendo a Meg, o romance é bom.
    Bjs!
    Mikaela
    Pérolas e Pipocas

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  8. Eu não sabia que ela não publicava mais livros desse tipo... que pena... esses romances parecem ser ótimos! Ainda não li nenhum, mas tenho muita vontade de ler!
    E as capas são belíssimas!

    Beijos,

    Nanie - Nanie's World

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  9. *------------* romance historico, embora como já foi dito esse lembra um pouco romance de banca, que eu adooooro hahah, ai que pena que ela não escreva mais como Patricia, tava lendo um otimo dela o nome me fugiu aqora, mas enfim era otimo.

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  10. Adoro a Meg, mas mal conheço a Patrícia. O mais perto que cheguei de uma obra publicada sobre esse pseudônimo foi A Mediadora - que, a propósito, é minha série favorita da Meg/Patrícia. Preciso ler os livros adultos da Meg. Ouço falar muito bem deles. Pena que não têm tanta divulgação quanto as séries juvenis. A Dama da Ilha parece ser uma ótima história!

    Beijos,

    Fátima Menezes - @RecantoCaliope
    http://recantodecaliope.blogspot.com

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  11. Nunca li nada da Patricia Cabot, mas tenho muita vontade. Adorei a resenha.

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  12. Tenho muita vontade de ler algo da Patricia -e Meg- , e acho que começarei por esse, que me chamou muita atenção.

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  13. Ainda nao tive a oportunidade de ler Patricia Cabot,mas pela resenha parece ser muito bom!Concordo que é uma pena quando as coisas nao ocorrem do jeito que queremos.
    Bjus
    Fabianne

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  14. Ainda não li nada da autora, mas tenho muita vontade. Nem mesmo da Meg, nada! :/

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  15. È uma pena mesmo que a meg não esvcreva mais como patricia, já li esse livro e gostei muito,parabéns pela resenha....

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  16. Ela é parente da Meg ? haha
    fiquei curioso a respeito do livro

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  17. Nunca li nada da Meg 'vestida' de patricia, nem tenho ideia de como é um livro dela.

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  18. a resenha ficou boa mas naum me chamou atenção

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  19. Ate que eu gostei do livro, mas sei la nao me prendeu tanto assim, quem sabe futuramente eu nao leia.

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  20. a resenha ficou boa, e a capa mais ainda, quero ler ele em breve!

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  21. Nunca li nada da meg com o nome patricia.. mas confesso que adoro seus livros..

    vou procurar conhecer esses outros..

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  22. Este livro é ótimo, adoooro a Meg/Patricia kkk li todos os livros dela que consegui kk e ainda estou a procura de outros, ansiosa para a tradução dos dois últimos livros da serie desaparecidos, estou louca querendo ler os livros adultos dela pois em grande parte li os juvenis, recomendo, principalmente á garotas que tem a personalidade forte, pois a gente se identifica muito com os livros rsrs

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