Nunca é tarde demais

30 novembro, 2010

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Amy Cohen sempre achou que aos trinta anos estaria no melhor momento de sua carreira, teria um marido dedicado e dois lindos filhos. Mas a realidade foi bem diferente do que ela poderia imaginar. Aos trinta e cinco anos, Amy perde a mãe, vítima de câncer, reaproximando-se de seu pai, é demitida do trabalho em que é roteirista de séries de TV, além de ser abandonada pelo namorado com quem iria casar.
“Nunca é tarde demais” era o que Amy Cohen pensava para passar pela profunda crise dos trinta com determinação e esperança. A dor da perda de sua querida mãe, ter que recomeçar a procura por um novo amor e a necessidade de repensar a escolha profissional, levam a protagonista a uma mudança radical. Ela parte por caminhos desconhecidos, aprende coisas novas, freqüenta lugares diferentes e expande seus horizontes na busca do que imaginava ser sua vida perdida. [...]
A escrita envolvente, característica de uma boa roteirista, e o humor com que a autora narra momentos de dor e perda faz de Nunca é tarde demais uma história emocionante sobre as escolhas profissionais, o amadurecimento e a redescoberta do amor. O relato em primeira pessoa e o tom autobiográfico faz com que a história de Amy se aproxime de quem também acredita que uma crise pode gerar grandes transformações e que nunca é tarde demais para mudar e ser feliz.


Pense em alguém que você não gostaria de se tornar daqui a alguns anos, alguém solteira, sem filhos, sem emprego... Bom, essa é Amy Cohen, e o livro Nunca é tarde demais conta a história dela.
Com uma narrativa divertida, Amy vai contando no que sua vida se tornou depois dos trinta anos de idade, idade essa em que ela própria já se imaginava casada e com filhos, ou, no mínimo, com um anel de noivado no dedo – e não só ela esperava isso, como toda sua família parece ter um interesse em particular por sua vida privada. Ainda mais agora que Amy está sozinha, e a pergunta mais constante é sobre ela já ter arrumado um namorado.
Pelo menos Amy não esteve sempre sozinha, o que reduz os comentários e dúvidas sobre sua sexualidade, mas, pelo menos, a cada rompimento de relacionamento ali estava ela, desolada, com sua mãe ao lado – sua mãe e as frases típicas/clichês dela como “Ele vai voltar”, que por sinal chegou a funcionar, ou então, quando isso não acontecia, ela surgia com a típica “Você está melhor sem ele”. E por mais que a vida de Amy não estivesse as mil maravilhas, ao menos ela sabia que tinha a mãe ao seu lado, sempre para ouvir, consolar, dar conselhos e levar para viajar; porém agora sua mãe adoeceu, e quando ela falece, Amy está sozinha, literalmente.
Mesmo sentida pelo que aconteceu a mãe, Amy vê nessa ausência uma oportunidade para se aproximar do pai, até um ponto em que ele é sua única companhia, e quando até ele começa a lhe dar conselhos sobre relacionamentos, aparência e o que fazer, Amy percebe realmente que sua vida está bem longe do que ela havia imaginado para si.
Pensando em sua situação atual, Amy volta a se lembrar de uma das outras típicas frases de sua mãe: “As pessoas que querem se casar, se casam”.
Se tivesse de resumir o livro em uma frase, seria essa, porque, afinal de contas, Amy queria estar casada, ela sempre quis um marido e filhos, uma família sua, mas então qual o problema? Se pessoas que querem se casar, casam, por que ela ainda está sozinha?
É dessa busca que surge a história de Nunca é tarde demais, abordando temas familiares e tendo a protagonista sempre em problemas e desafios, com encontros frustrados, com tombos de bicicleta, aulas de tênis e questões constrangedoras.
Esse é um daqueles livros que trazem uma narrativa leve, mas com humor, enquanto Amy nos guia pelos acontecimentos de sua vida durante a busca por descobrir o que há de errado para estar sozinha – e acreditem, seguindo os fatos da vida dela, qualquer uma pode ser a próxima Amy Cohen. Cuidado?

10 comentários:

  1. Muito interessante! Tô precisando ler um chic lit existencial. Este já está na lista!

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  2. Nossa - adorei a resenha *-* A capa do livro é linda =) E a história também parece ótima!!!!

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  3. Thays, sua linda!!

    Eu quero esse livro!! Adora histórias assim!!!

    Às vezes as oportunidades passam pela nossa vida, e a gente deixa passar... Depois se arrepende!

    Tem que agarrar cada oportunidade com unhas e dentes!! ADorei!!

    Beijos!!

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  4. Que linda a história, gostei! Parece ser mto interessante mesmo =D

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  5. Diana
    então este é perfeito HUASUHAHUSHUASHUASU totalmente existencial!

    Nanie
    A capa é ainda mais bonita na mão, tem umas partes que se destacam e tals

    Alba
    disse tudo! tem oportunidades que a gente tem que agarrar e pronto.

    Babi
    é bem interessante!
    :)



    Beijoooos :*

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  6. Virginia de Oliveira11:41:00 PM

    Me interessei muito pelo livro, ele pare ser aquele tipo que depois que vc ler, começa a da mais valor a coisas pequenas e e deixa mais animada para fazer aquilo que vc sempre teve vontade mais nunca coragem. Quero um dia ler ele, gostei muito da capa.

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  7. Que capa fofa, mas nunca tinha ouvido falar desse livro...
    Adorei sua resenha...

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  8. So a cap ja me fez rir ! kkkkkk parecer ser bem legal a histotia ! otima resenha !

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  9. KKKKKK A capa é bem feinha mas é engraçada. Coloquei o livro na wish list já, parece ser muito bom!

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  10. ai que livro lindo , a capa dele é fofissima , amei

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